• Thiago Barcellos

Confira as melhores animações natalinas de acordo com a Ovelha!




Chegam as férias e, juntamente às comemorações de fim de ano, uma quantidade respeitável (pra não dizer industrial) de filmes de motivos natalinos vem à reboque.


É inevitável acabar zapendo pela programação e se deparar com algum. Então, a melhor coisa a se fazer é mergulhar de ponta, sem preconceito.


Mas o mais mesmo bacana é encontrar animações para todas as faixas etárias - papel esse que muitos filmes produzidos nessa época do ano cumprem com maestria, infantis ou não.


A Ovelha selecionou algumas animações que fazem jus ao clima natalino, saca só!




Klaus (2019)


Netflix



Este filme de Natal é tão charmoso que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação. (Perdeu para Toy Story 4; mas aí também seria demais, né?.) O filme conta a história (hipotética) de como surgiu a lenda do Papai Noel.


Há beleza nos traços, sustentada com uma bela técnica de animação 2D e uma boa proposta de enredo. As cores e principalmente a expressividade dos personagens dão um tom de leveza sem que o resto perca o ritmo ou se destile em clichê puro e simples.




Rudolph, a rena do nariz vermelho (1964)


Rankin / Bass




Há um motivo pelo qual este especial em stop-motion da Rankin / Bass seja um clássico do Natal: ele nos dá uma lição emocionante sobre como abraçar as nossas mazelas e imperfeições.


Fora que a animação é lindamente narrada pelo esteio natalino norte-americano, Burl Ives e, sério, não consigo pensar em nenhuma outra lembrança mais vívida na memória da minha infância - no que se refere à época natalina -, do que assistir a esse filme na TV quando guri. Entrava ano, saía ano e eu lá, grudado no tubo. Tipo uma tradição.




O Grinch (2018)


Universal



Do mesmo estúdio que nos trouxe os Minions (os personagens fofinhos; não os serezinhos terraplanistas dos seus parentes que você vai ter que aturar na noite de Natal).


Estrelado por Benedict Cumberbatch como a voz do malvado verde, O Grinch é adoravelmente rabugento, o que atrairá crianças e adultos, através de iteração animada da nêmeses mais famosa do Natal. Pode não ser para todos os gostos, mas ainda assim é muitíssimo divertido.




Como o Grinch roubou o Natal (1966)


MGM




Baseado no livro do Dr. Seuss, o filme gira entorno do icônico e rabugento Grinch que tenta, a todo o custo, arruinar o Natal para o povo de Whoville.


Há uma alegria tão extrema na paleta de cores supersaturada desse filme. O Grinch é um personagem de desenho animado quase perfeito: ele não tem nada além de estados emocionais extremos, todos comunicados por meio de poses fortes e caricaturadas, que dobram sua forma magricela (e barriguda) por meio de belos exercícios de alongamento.


Esse especial de meia hora apresenta designs criativos do animador Chuck Jones, juntamente com a narração da lenda do terror Boris Karloff. Um clássico atemporal.




The snowy day (2016)


Amazon




Bonitinho e nada ordinário, este curta e animação original da Amazon é baseado no livro obrigatório de Ezra Jack Keats.


É sobre um menino chamado Peter sai em uma caminhada à casa casa de sua avó (a preciosa voz de Angela Bassett), para acompanha-la a uma festa de Natal. Ao longo do trajeto, ele conhece novos vizinhos, faz amigos, brinca na neve, até que um acidente ameaça estragar a noite.


À medida que Peter reconsidera o significado do feriado, ele percebe que não são as tradições natalinas que tornam o dia especial, mas sim as pessoas com quem ele as compartilha.




If you give a mouse a christmas cookie (2016)


Amazon




Spin-off de Natal do clássico livro infantil da autora Laura Numeroff publicado em 1985 e com ilustrações da genial Felicia Bond.


É a pueril história de Mouse e seu amigo humano, Oliver, enquanto ambos se preparam para a ceia de Natal. Mouse, um camundongo (munido duma voz chata que só), acaba de distraindo (problemas de ordem cognitiva?) e causa problemas para ele e seus amigos.


Ele imediatamente se arrepende, se esforça para consertar as coisas, mas não é tão fácil quanto ele esperava.


Com uma boa dose de sorte no entanto, Mouse aprende o valor de prestar atenção e refletir sobre as suas responsabilidades. Temas como amizade e perdão são evidentes nesta fofíssima história natalina. Sonífero para adultos mas divertido para seu sobrinho hiperativo.




Aprendiz de Papai Noel (2010)


Gaumont




Esse filme franco-australiano é uma guloseima colorida que ensina crianças muito pequenas sobre autoconfiança e bondade.


Aqui, o Papai Noel está enfrentando a ansiedade da aposentadoria à medida em que se aproxima o momento de começar a preparar um substituto. Se o bom velhinho não escolher um sucessor até 24 de dezembro, a magia do Natal se dissipará para sempre.


É um bom aquecimento para os pais de crianças de 3 a 8 anos de idade que buscam reviver um pouco de espírito natalino.




Os Fantasmas de Scrooge (2009)


Disney




Este filme é uma das inúmeras adaptações do clássico livro de Charles Dickens e conta a história de Scrooge e os fantasmas do Natal que o perseguem.


Uma experiência visual estimulante e que prova, de uma vez por todas, que Robert Zemeckis - diretor de Uma cilada para Roger Rabbit - é um dos poucos diretores que sabe o que está fazendo com o 3D.


Um belo exemplar de como usar, de forma bem dosada, a tecnologia de captura de movimento.


Jim Carrey, incrível como sempre, assume vários papéis ao mesmo tempo, fazendo com que o filme tenha a qualidade que os pais esperam em um filme para a família. No entanto, é bem mais divertido para os adultos.





O Natal de Charlie Brown (1965)


CBS



Nem todo mundo está de bom humor na época do Natal. Se essa época lhe deixa um pouquinho melancólico, então você está em boa companhia com Charlie Brown. Financiado pela Coca-Cola, O Natal de Charlie Brown foi ao ar há mais de 50 anos.


Ao longo desse tempo, o especial se tornou um clássico perene na TV norte-americana. É a história de 25 minutos do melancólico "Minduim" que empreende uma jornada profunda para descobrir o verdadeiro significado do Natal - como também de suas próprias idiossincrasias.


A trilha sonora, do compositor Vince Guaraldi, é também um show à parte e fez história.













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