• Thiago Barcellos

Vídeo game e o oitavo pecado capital



Excrescência absoluta e que custa um pote de almas humanas.


Colecionadores de prateleira, desses que enclausuram cartuchos em acrílico, claro, ficam de joelhos.


A real é que trata-se dum retumbante fracasso em termos de jogabilidade, anemia de giardíase, meia bomba sexual.


Há ainda um componente de "freak", de grotesco nele.


Aqueles gráficos me lembram pão embolorado, verde oliva, que faria misérias intestinais até nos sistemas imunológicos mais saudáveis.


O som, segue quase a mesma toada cafajeste: é um monotom que fere os ouvidos feito agulha de tricô na uretra.



É, em suma, o pior do vídeo game, um dos piores dos vídeo games antigos, despido de suas pretensões físicas e espirituais.


O que poderia ser um passatempo educativo, embalado em jogo de estratégia com o tema da independência norte-americana, se transmuta em algo insuportável.


Pra frisar bem: é, antes de tudo, um game chato, o oitavo pecado capital.

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